Seja bem vindo!

Nova Canaã

Home
Fique por Dentro
  • Blog

Transição águas-seca

POR: Fortuna Nutrição Animal

Suplementação animal na transição águas–seca

A pecuária no Brasil é predominantemente baseada no sistema de criação a pasto. Por isso, depende da produção de forrageiras, que variam na qualidade nutricional durante as estações do ano. No período de águas há alta oferta de alimento e na estação de seca uma baixa oferta de forragem. Já no período de transição águas–seca as pastagens perdem valor nutricional e os produtores precisam buscar alternativas para melhorar o desempenho dos animais.

Nesta fase, as forrageiras têm maiores teores de lignina (indigestível) e fibra, o que diminui a digestibilidade e o teor de proteína. Porém, é um momento delicado pois os suplementos de águas e seca apresentam riscos para o desempenho do animal.

Porque não é indicado produtos de seca:

  • Pode interferir no consumo, reduzindo-o drasticamente e comprometendo a suplementação
  • Porque não é indicado produtos de água:
  • Pode levar à elevação excessiva do consumo e também deficiência de nitrogênio, dependendo do suplemento.

Então neste cenário, o que deve ser feito? Neste texto você saberá mais como deve ser a suplementação no período de transição águas-seca.

Suplementação na fase de transição águas–seca

O suplemento adequado para a transição águas–seca oferece diversos benefícios para a produção:

  • Fornece maior quantidade de proteína
  • Auxilia na adaptação a maior quantidade de nitrogênio não proteico (ureia) durante o pico da seca
  • Permite o consumo adequado e ajusta o teor de minerais da dieta, complementando a queda de qualidade da forragem.

Portanto, por meio da suplementação animal é possível sincronizar as exigências nutricionais de energia, proteína e minerais durante a transição entre as épocas de águas e seca. Além disso, é importante adaptar os animais ao consumo de ureia, a fim de evitar intoxicação.

Após terminar a adaptação, o indicado é manter o consumo de ureia entre 20 e 30 gramas por 100 kg de peso vivo, ou menos do que isso, dependendo do objetivo.

Por exemplo: um animal com 450 kg pode consumir entre 90 e 135 gramas de ureia. O ideal é que a dieta seja composta da seguinte maneira:

Nitrogênio de liberação rápida (ureia) + Nitrogênio de liberação lenta (milho) + Carboidrato (pastagem em quantidade)*

Esse nitrogênio de liberação rápida esteja associado a uma fonte de nitrogênio de liberação lenta e carboidrato para dar energia aos micro-organismos do rúmen (ex: milho e pastagem em quantidade).

Esse cuidado com a nutrição também é importante porque o período de transição águas–seca coincide com a estação de parição. E uma boa nutrição neste período possibilita para as fêmeas uma boa condição corporal, resultando em:

  • No pré-parto permite que elas voltem a emprenhar o mais cedo possível, reduzindo o intervalo entre partos.
  • O bom escore corporal na entrada na estação de monta garante bons índices de fertilidade.

Suplementação proteico-energética na transição águas–seca

A estratégia de suplementação proteico energética é uma maneira de potencializar o desempenho dos animais e otimizar a utilização dos recursos forrageiros, independentemente da estação do ano, que não seria possível apenas com a ingestão de forrageiras e suplementação mineral.

Existem basicamente duas formas de utilização de suplementos:

  • Suprir nutrientes limitantes — normalmente nitrogênio não proteico, tendo como objetivo atingir níveis de mantença;
  • Suprir nutrientes energéticos e/ou proteicos — objetivando maior ganho de peso vivo, diminuindo a permanência do animal na propriedade e a quantidade de estações secas na vida dele.

OBS.: Em todos os dois casos se fornece suplementação mineral aliada à proteico-energética pois a mesma potencializa o efeito da proteína e energia, dando mais desempenho ao animal e evitando problemas metabólicos.

Dicas para suplementação dos animais

A viabilidade de fornecimento de suplementos para bovinos de corte deve ser verificada antecipadamente, pois está relacionada ao aumento dos custos de produção, e deve ser realizada da forma mais eficiente possível. Além da suplementação, é preciso utilizar técnicas de manejo correto das pastagens, pois, sem forragem de qualidade, os investimentos em alimentos concentrados podem não surtir o efeito desejado.

Portanto, a suplementação proteico-energética para animais em pastejo é o complemento da dieta, em que a principal função é a redução da idade ao abate, aumento de peso do animal e melhoria no ganho por área ao ano.

Trata-se de uma excelente ferramenta para tornar a bovinocultura de corte mais eficiente, obtendo-se condição ao abate e idade a primeira cria mais precocemente.

Sempre que escolher um suplemento mineral proteico ou proteico-energético consulte sobre o conteúdo de aditivos do mesmo. Os aditivos melhoradores de eficiência alimentar são muito importantes nesta suplementação pois aumentam o desempenho do produto utilizado, com aumento mínimo de desembolso. Uma dica é conversar sempre com um de nossos consultores e perguntar sobre a melhor MOLÉCULA FORTUNA NUTRIPONTES a se utilizar, caracterizando nossa linha PRIME que vai lhe proporcionar o melhor aproveitamento do seu investimento.

Compartilhe
Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Veja também

Nova canaã

Conhecemos os desafios do campo porque também somos produtores. Especializados em nutrir seu rebanho com muita tecnologia, inovação e produtos de alta qualidade.

Nossa Fábrica

Rodovia MT 320, km 193
Nova Canaã do Norte – MT
CEP 78515-000

(66) 3551-1280

Contato

nas redes